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Diferencial curricular



As graduações em logística tornaram-se atrativas para o mercado e destacam o candidato em um cenário profissional cada vez mais competitivo
 
A escolha da instituição, do curso e da área de atuação são fundamentais para que o profissional tenha completo aproveitamento dos conteúdos ensinados. Mais do que isso: as corretas escolhas, a absorção e a qualificação podem tornar esse colaborador peça importante na composição da organização. A qualificação traz um destaque no currículo e contribui, com as teorias expostas em aula, com uma melhor compreensão das diferentes atividades do segmento logístico.
 
O professor engenheiro da Universidade Presbiteriana Mackenzie e presidente do Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB), Paulo Roberto Leite, considera que as condições teóricas e práticas da logística são melhor compreendidas na medida em que o colaborador tem uma especialização. “A improvisação deixou de ter lugar no Brasil e as empresas preferem quem tenha certa especialidade. Aqueles que cursam têm mais possibilidades em um campo ainda pouco explorado nas empresas e que eu vejo com alto potencial para inovações”, salienta.
 
Para o docente, não há limitação para quem é qualificado. “As funções que esses profissionais podem exercer variam muito, pois dependem da formação específica e geral. Mas ele pode atuar de analista de determinada área chegando até presidente da empresa”, diz.
 
Na opinião do professor de graduação e pós-graduação do Mackenzie, Márcio Dias, se o aluno tem uma boa performance de aproveitamento na graduação ele estará apto a concorrer a posições de destaque no mercado. Já para aqueles que já atuam no segmento, os cursos oferecem a possibilidade de ampliação dos conceitos logísticos, bem como de contatos com outras aplicações dos conceitos e práticas de logística, não somente no segmento em que o aluno atua, mas também em outros setores com os quais ele não tenha tanta familiaridade. Com isso, acredita o professor, amplia-se a área de conhecimento e, por consequência, o potencial de empregabilidade futura.
 
O professor da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec), Roberto Ramos de Morais, segue a linha de Dias. “Para quem já atua no segmento os cursos proporcionam atualização e ensino de técnicas, melhoria de processos, metodologias de pesquisa e análise, para serem aplicadas nas empresas”, constata. Como tecnólogo, o profissional terá um currículo que permitirá atuar em qualquer atividade na área de logística, em praticamente qualquer tipo de atividade, pública ou privada, desde a supervisão, evoluindo para cargos de chefia e alta gestão, com a formação continuada.
 
Já o coordenador do curso técnico de Logística do Senac EAD, Giancarlo Giacomelli, vai além. “O mercado de trabalho é um lugar onde desconhecidos se encontram e firmam parcerias de trabalho. Como a empresa não conhece os candidatos, um currículo que mostre que determinado candidato está buscando conhecimento, escolheu uma instituição séria para realizar seus estudos e tem interesse na área, ajuda o recrutador a ficar mais seguro de sua escolha ao contratar esse profissional”, relata.
 
Além de oferecer ferramentas para melhorar a atuação desses profissionais no trabalho, estar frequentando determinado curso também ajuda a empresa a entender cada tipo de profissional. “Imagine que um gestor precisa promover um funcionário para uma função de liderança, sua equipe conta com seis profissionais com desempenhos parecidos e apenas um deles tem buscado se desenvolver na área. Possivelmente as chances desse profissional serão maiores”, avalia. 
 
Para ele, um aluno que aproveita o curso e aplica os conhecimentos de maneira responsável, proativa e gera valor para a empresa, rapidamente será reconhecido assumindo cargos de analista e coordenação. Do contrário, como detém algumas habilidades raras no mercado, pode buscar melhores condições em outra empresa.
 
“Mas o simples fato de matricular-se no curso não gera milagre algum na carreira”, resume Giacomelli. Segundo ele, o curso deve ser mais um elemento de mudança de comportamento do estudante. Se o aluno realiza o curso, mas segue cometendo as mesmas falhas no trabalho e não assume novas responsabilidades, não melhora seu comportamento, não entrega novos resultados ou assume liderança, não há sentido para a empresa reconhecê-lo. “O curso fornecerá uma caixa de ferramentas e um norte profissional, mas caberá ao aluno utilizá-las adequadamente ou não”, afirma.
 
Fatec: (11) 3322-2200
Mackenzie: (11) 2114-8000
Senac: (11) 5682-7441
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